*Construção da estrada de ferro
Os primeiros estudos para a implantação de ferrovia começaram em 1835, mas foi apenas depois de 1850 que a ideia começou a sair do papel, graças ao espírito empreendedor do barão de Mauá. Ele encontrou nos ingleses os parceiros ideais para executar o projeto.
Além de ter interesses em dinamizar o fluxo de exportação e importação brasileiro, a Inglaterra detinha uma vasta experiência na construção de ferrovias, utilizando a tecnologia da máquina vapor algo imprescindível para vencer as dificuldades técnicas impostas pelo desnível de 796 metros entre o topo da serra e o litoral. Em 26 de abril de 1856, a recém criada empresa inglesa São Paulo Railway. Recebia, por um decreto imperial, a concessão para a construção e exploração da ferrovia por 90 anos
Além de ter interesses em dinamizar o fluxo de exportação e importação brasileiro, a Inglaterra detinha uma vasta experiência na construção de ferrovias, utilizando a tecnologia da máquina vapor algo imprescindível para vencer as dificuldades técnicas impostas pelo desnível de 796 metros entre o topo da serra e o litoral. Em 26 de abril de 1856, a recém criada empresa inglesa São Paulo Railway. Recebia, por um decreto imperial, a concessão para a construção e exploração da ferrovia por 90 anos
Estrada de ferro- Fotógrafa: Kauane Amorim
Estrada de ferro- Fotógrafa: Luiza Giolo
*Colonização inglesa e portuguesa
Paranapiacaba é dividida em duas partes: a parte alta e a parte baixa. A parte alta antigamente era habitada por portugueses e a parte baixa habitada por ingleses. Podemos identificar que houve colonização inglesa na parte baixa através das casas que se encontram no loca. Uma característica da parte colonizada pelos ingleses, notamos que a maioria das casas tem a mesma tonalidade, que é a cor vermelha. Outra coisa que percebemos é que as casas apresentam um recuo da calçada. Já na parte alta, que houve colonização portuguesa, diferentemente da parte baixa, as casa não apresentam mesma tonalidade e sim são coloridas. Outra coisa que se difere da parte baixa, as casas da parte alta da vila não apresentam recuo, assim são construídas a beira da calçada.
Casas da colonização portuguesa- Fotógrafa: Luiza Giolo
Casa da colonização inglesa- Fotógrafa: Larissa Grandizoli
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